As cartas desafiadoras do Tarot

Que fique bem evidente: todas as cartas do Tarot evidencia seu lado crédulo e vão. Qualquer arcano é completamente bom ou completamente difícil. As cartas são ambivalentes, palavra que diz respeito a uma coisa composto de duas naturezas, ou 2 princípios, que são opostos.

Em termos simples, um lado evidente e um lado escuro. Porém com frequência as indivíduos se atêm somente a um desses lados no momento em que não se entende bastante bem a aplicação e a desempenho de certo arcano. “O Luz ”, por exemplo, é considerado a maravilha suprema, enquanto “A Torre ” costuma ser um nome ( e um dirijo ) de acidentes e desgraças. Há cartas impreterivelmente amadas e outras declaradamente odiadas, evitadas a todo esforço ao longo uma texto ou mesmo ao longo os pesquisas do Tarot.


Que análogo estudar alguns conceitos e tornar o medo dos arcanos maiores mais injustiçados? Essa providência é indispensável para aumentar o significado das cartas sem se comprometer-se a uma ficção dualista – a propensão a rotular as imagens de boas ou más – sobre a simbologia do Tarot.


O LOUCO


A vernaculidade, a felicidade, o euforia com o mundo. Esse é “O Louco ” pulando de telhado em telhado, perseguindo seus convicções ou falseando o passo à cercania de um itaimbé, uma vez que diz respeito à inconsequência, à imaturidade e à procura pelo gosto em vez de respeitar as próprias responsabilidades. É como se o obscuridade tomasse conta de qualquer débito, fazendo com que a indivíduo dançasse a cálculo pela vida, sem meta certamente nem sequer certificado no bolso.


O lado bom deste arcano está em sua autoconfiança. “O Louco ” é indomável, uma vez que o que de fato importa, aqui e agora, é jogar-se. Ele não pensa duas vezes ao desejar experimentar passar a ter uma rodada. E é espelhando sua postura desocupado, mesmo que às vezes absurda, que podemos nos deixar: deixar de lado o medo ou as reservas para estarmos existentes na vida. Usufruir as vagas. Sem tantos pudores, alguns loucos se mostram verdadeiros gênios, daí a momento de tiver o hora como se fosse único. Permitir ouvidos ao arcano?O Louco? tende a ser providente no momento em que se pensa demais e pouco se faz.


O PÊNSIL

Esse arcano é tradicionalmente agregado a redução, infidelidade, corte e paciência. É um estágio triste, de fato, visto que demonstra o quanto a indivíduo pode ter se preso a situações ou a indivíduos que nada acrescentaram à sua procura. Mais que isto, “O Pênsil ” é a vítima pagando pela sua inconsequência: está atado a uma requisito escusado. É a arrebatamento da desejo.


O lado bom desta letra pode ser averiguado a partir de um abnegação que se faz por qualquer pleito. Ele é o vítima, aquele que efetua o próprio sangue pelos seus sonhos ou por isso pode demonstrar, em casos isolados, a indivíduo que toma as dores e a crime por outra. A arrebatamento pode ser ideia como um tempo para restabelecer as próprias forças e experimentar sair da opinião imposta pelas dificuldades ou pelos próprios equívocos. Tendo rudimentos de que é encarregado por si, “O Pênsil ” pode iniciar a traçar um plano para desamarrar seu artelho e similarmente a sua vida.


A MORTE


Sendo o arcano anunciador do fim, “A Morte ” é uma das mais indesejadas numa texto de Tarot – ao menos por quem desconhece a estrutura e o desempenho do oráculo. Vem sendo tragada de “ metamorfose ” por vários escritores e profissionais, no finalidade de coarctar, pode ser que, o estarrecimento originado pela foice enferrujada que o estrutura empunha. É uma letra de finalizações, de bom, de distrato que está saturado. Ela assusta visto que a cultura ocidental não foi e nem sequer é educada para labutar com a morte de forma cuidadoso.

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A letra ganhou vigor como uma das representações da trama serva na Idade Média. “A Letra Sem Nome ” em vários baralhos é personificada pelo que há de mais macabro e mais natural ao cidadão: um cadáver, um ser de ossos.


O lado bom deste arcano se sobressai no momento em que um relacionamento, uma ideia, um projeto ou uma probabilidade leva um corte. É um frete de é preciso ceifar para apontar de novo. E similarmente fala que o que está fora do nosso alcance não nos é do e nem sequer pode ser alterado de acordo com nosso estilo. É um fim, seja ele esperado ou não. Outra eventualidade interpretativa diz respeito a uma postura mais forte. O oráculo aconselha a respeitar as próprias capacidade e ingerir atitudes cabíveis em correlação ao que pode ser mudado. E o que não pode, o tempo se encarrega.


O SAGAZ


O estirpe da mentirinha, o babá dos infernos – que são os mais e somos nós. “O Sagaz ” representa a submissão emocional, os melindres, o relutância, a volta e a inabilidade de captar a vida e as atitudes diárias com responsabilidade. É o deputado dos sete pecados e o pai do obscuridade único, uma vez que o que vale, para esta letra, são as sensações, os desejos atendidos, as vontades feitas sem tardada. Ele mora nos detalhes.


Porém o lado bom do arcano está nas rédeas tomadas perante de um obstáculo ou de uma dificuldade. É como se o oráculo nos ensinasse a expor-se e a seguir em frente em vez de aguardar pela desejo alheia ou pelo tempo. É uma injeção de ânimo e de ideal para reintegrar o mundo palpável cada vez mais festivo e apropriado de ser conhecido.?O Sagaz? ensina a dizer de si mesmo e a ter os momentos. Ele integridade a vida com humor e rasga as amarras da humilhação e da incerteza.

FONTE: https://www.r7.com

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